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terça-feira, 21 de abril de 2026

Bancada eletro-eletrônica econômica


 Meus caros amigos, vou sugerir através desse texto uma aplicação prática que aproveita uma rack de computador, Fonte ATX e régua regulada de tomadas, padrão ABNT.

 Dimensionar e organizar uma bancada se torna simples e permite reciclar móveis que poderiam ser descartados, e no vídeo que criei, procurei mostrar isso na bancada que foi configurada.

 Não foi necessário furar nada, apenas foi fixo com braçadeiras plásticas, de forma que permita um novo dimensionamento ou até transporte dos itens.

 Foi utilizado uma Fonte ATX de 127/220V, de 400W, uma rack de computador usada com a mesa e suporte superior e uma régua de 06 tomadas no padrão ABNT. A bancada foi dimensionada de forma que a fonte ficasse na mesa para acoplar tensões nas matrizes de contato que seriam provados os circuitos, um netbook ou notebook no lado direito, uma tela plana no suporte superior acompanhada de multímetro, ferramentas da bancada e componentes eletrônicos. As ferramentas e componentes acondicionados em caixa específica.

 A bancada foi montada obedecendo essa lógica e ela funciona com desempenho excelente, detalhe que qualquer pessoa pode fazer, com um baixo custo. Para ter ideia uma bancada profissional, com fonte e instrumentos, sai por volta de 5000,00 reais. A nossa bancada com todos os itens sai por um preço máximo de 1200,00, bem menos...

 Chamo a atenção pra vocês verem uma bancada alternativa, criação do meu amigo reparador Edson Oliveira, cujas fotos seguem abaixo:



 



 Vejam o detalhe construtivo com a inserção de uma chave liga desliga e a marcação das tensões no cabo da fonte.

 
 A bancada pode ser do tipo apresentado, de madeira, ou uma rack de micro adaptada. A liberdade de criar é sua. 
 

 Mais um detalhe das marcações de tensão







 


 A fonte pode ser de 200, 400 e até 700 W, com alto desempenho nas tensões, em breve irei sugerir um circuito ajustável simétrico que pode ser adaptado a essas fontes.









 Observem a praticidade e a habilidade com que foram feitas a bancada e a fixação da fonte ATX, assim como os detalhes de marcação do chicote e cada conexão de tensão. Valeu a pena, Edson!

 Vejam uma nova versão, que adaptei com um VU e coloquei apoios, ficando muito prática a fonte, aproveitei e dimensionei uma bancada no trabalho, reaproveitando elementos que seriam sucateados.

 Observem que os terras estão conectados à carcaça metálica da fonte, as tensões de 12, 5, -5, -12, 3,5V estão todas reunidas no cabo de saídas com as respectivas conexões.
 Bom trabalho!
 Abraços a todos!
 
#bancadaeletronica
#eletronica
#electronics
#bancadaeletrônica
#laboratóriodeeletrônica

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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Fonte simétrica variável prática e simples!

 Olá meus amigos, tenho um projeto simples e muito dinâmico de uma fonte variável simétrica que foi testada satisfatoriamente por mim e pode ser adaptada na fonte ATX, pra corrigir os níveis e tensão de saída. Ela se baseou em projetos antigos dos anos 80 e 90, citada por vários autores, no qual destaco o professor Newton C. Braga.
 No esquema analisamos o circuito:
 Podemos indicar de imediato, que os transístores Q1 e Q2 são respectivamente os TIP 31 e 32, que permitem a corrente de trabalho IC de 1A. Os capacitores eletrolíticos foram dimensionados inicialmente em 220uF, podendo ter valores de até 1000uF, garantem boa filtragem, usem o valor de tensão de trabalho dos capacitores em 25 a 35 V. Os potenciômetros devem ser de 10k Ohms, lineares, obedecendo a configuração do circuito, onde R1 e R4, limitam as correntes dos zeners D2 e D3, que tem o valor de 13 V, e liberam a tensão que será variada nos potenciômetros e será entregue em VB, observem que os capacitores C2 e C4, não permitem que essa tensão zere.  As tensões de saída são sinalizadas pelos leds da configuração mostrada no circuito.
  
A retificação do circuito foi feita através de uma ponte de retificação de até 1 A, poderia ser feita por uma ponte de diodos 1N4004, que teria o mesmo resultado, observem também que o trafo a ser usado deve ter potência suficiente pra atender a corrente de saída desejada.

Você pode usar várias configurações de proteção e dimensionamento do trafo, nesse projeto usei a mais simples; vejas as fotos abaixo da fonte, usei um trafo de 200 mA, para uma aplicação pequena, onde tenho as tensões de 12 e -12V variando simetricamente e com possibilidade de alimentar vários protótipos.
 Usei uma caixa plástica, utilizada pra montar instrumentos, para montar o projeto, mas também poderia montar em caixas metálicas, apenas tomando o cuidado de considerar a dissipação dos transístores e a isolação elétrica dos mesmos, evitando curto-circuito. Fiz o circuito impresso de forma manual, traçando com uma caneta especial, uma placa de cobre, de fibra, previamente preparada. Essa caneta especial, pode ser aquela usada pra marcar CDs, com desempenho igual a esmalte de unha e ao outro tipo de caneta convencional pra esse trabalho. Vale a pena considerar o que é mais em conta e seguro pra se executar, poderia ser utilizada uma placa universal, o único inconveniente são as trilhas que teriam que ser soldadas, ou interligadas via wire-up ou jump.
Na sequência, temos a foto com o detalhe construtivo da fonte e da inclusão dos elementos como a chave seletora de tensão e o fusível de proteção.

 O detalhe da fonte montada, com a placa de circuito impresso da fonte, transformador, potenciômetros, leds e fusível, fica bem claro e explicado pra você, aí ao lado, veja a figura.  Essa ideia pode ser adaptada na fonte ATX, aplicando a placa de circuito impresso, PCI, embutindo internamente, claro que deve ser observado o consumo de até 1 A, correntes maiores exigirão transistores de maior capacidade. A grande vantagem desse circuito é a portabilidade, o baixo custo de construção e a utilização rápida, precisa, que apoia a maioria das montagens e testes de protótipos.

  Uma nova versão:

Pessoal, fiz uma nova versão que respeitou uma divisão, semelhantes aos canais de amplificadores, inovei aproveitando de sucata, os capacitores de entrada, e os dissipadores dos transistores, onde serrei o que tinha na sucata e adaptei criando um modelo garfo, igual a um tridente, ficou muito funcional, outros detalhes confiram na figura ao lado, à esquerda. Observem que a montagem foi feita em placa universal e foi usado conectores pra deixar bem prático, a montagem. Dúvidas pra montar? Vejam a figura acima, está bem claro as ligações e teste a eficácia dos potenciômetros, eles devem variar de zero ao máximo, lembrando que a tensão mínima estará por volta de 1,2V e vai até 12V aproximado para cada parte.

Lista de materiais:

 Botões do potenciômetro (02), veja figuras.
 Caixa plástica padrão pra montagem, veja figura.
 Conectores jack (03), para conexão das pontas de prova, veja figuras.
 C1,C3,C5,C6 - Capacitor eletrolítico polarizado de 220uF/25V.
 C2,C4 - Capacitor cerâmico de 100nF/250V.
 D1 - Ponte retificadora, 1B4B42, veja texto e figuras.
 D2 e D3 - Diodo zener de 13V/1W.
 Led1 e Led2 - Leds verde e vermelho, tamanho médio, veja figuras e texto.
 Porta fusíveis pequeno de 0,5 A.
 R1,R4 - 330 Ohm/1W.
 R2,R5 - Potenciômetro de 10k linear.
 R7,R8 - Resistor de 1k/1/8W.
 Q1 - Transístor Darlington NPN TIP31.
 Q2 - Transístor Darlington PNP TP32.
 T1 - Transformador de 110/220V/12+12V/60Hz, 1 A, 24W.
 
Fiz um novo esquema usando a mais nova versão do Eagle e produzi um diagrama e PCB, no estado da arte e praticamente tem todos os componentes do circuito inicial, dando uma opção bem ampla pra você montar esse circuito, que é extremamente prático e funcional.
 Confiram o diagrama, observem que usei os diodos 1N4004 na ponte retificadora e conforme dito antes, posso substituir por uma ponte de 1 A, sendo acrescentados os conectores de 1 a 4, que alimentam o circuito, conexões de potenciômetros e saída DC. Nada impediria a modificação para correntes maiores, entretanto teríamos que substituir os diodos da ponte e transístores para a corrente desejada e o transformador seria maior, exigindo uma caixa maior pra montar.

 


O PCB completo detalha a distribuição dos componentes e ligação das conexões, assim como a fixação dos transístores em radiadores de calor adequados, como descrevi acima


 


Placas para a versão nova:
 
 Lay out, top side, lado dos componentes.









 Lay-out, bottom side, lado da solda.










Boa prática!

#eletronica
#electronics
#fontesdetensãocontínua
#powersuplies

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Robótica: Arduíno, programação em blocos e exemplo de semáforo.

  Olá, pessoas, inspirado pelas minhas aulas de robótica, resolvi criar uma postagem dedicada sobre o assunto, de forma, que uso o Arduíno Nano.

 


O Arduino Nano é uma versão compacta e completa da famosa placa de desenvolvimento Arduino. Ele oferece funcionalidades semelhantes ao Arduino UNO, mas em um tamanho menor, tornando-o ideal para prototipagem rápida e projetos incorporados. Aqui estão algumas características importantes do Arduino Nano:

  1. Microcontrolador:
    • Arduino Nano utiliza o microprocessador ATmega328.
    • Ele funciona a uma frequência de 16 MHz.
    • A memória flash varia entre 16 KB e 32 KB, dependendo da versão (2 KB são usados para o bootloader).
    • Possui 1 KB ou 2 KB de memória SRAM e 512 bytes ou 1 KB de EEPROM, dependendo do microcontrolador.
  2. Alimentação:
    • A tensão de alimentação é de 5V, mas a tensão de entrada pode variar de 7V a 12V.
  3. Pinagem:

Arduino Nano é uma excelente escolha para projetos em que o tamanho e o consumo de energia são importantes. Ele pode ser programado usando o mesmo Arduino IDE que outras placas Arduino.

 Para a programação desse controlador de uma maneira prática, rápida e didática, podemos usar o sistema de blocos, semelhantes a tijolos que se encaixam e formam uma coluna ou parede.

 Explorarei aqui uma dessas programações numa imagem explorando o Semáforo e um kit montado pra isso.

 Usei o Pictoblox, um software free genial que permite o uso de blocos e que converte essa linguagem para o C++ usado no Arduino Nano e que vale a pena explorar e aprender a usar! Postarei alguns artigos em breve indicando ou mostrando alguns projetos feitos com ele e mais detalhes para montar os blocos.


 Lista de Materiais utilizados:
 1 Arduino Nano.
 1 Led Verde de 5mm.
 1 Led Vermelho de 5mm.
 6 Resistores de 220 Ohm, 1/8W.
 1 LED RGB com Anodo Comum.
 Fios para conexão conforme figura ao lado.
 Matriz de Contato.

 Na programação executada na figura acima, posso variar o tempo em 0.1 a 30 segundos que o padrão de semáforo, fora isso pode ser criado um giroflex com os leds. O led RGB acenderá em sequência, podendo ter combinações de cores e seguirá a programação executada pelo bloco anterior, observem a figura. Para conectar as saídas do Arduino Nano aos Leds, observem os números na figura e na descrição do Arduino acima e ao lado, verão as saídas Digitais que vão de D2 a D13, com algumas particularidades, eu as utilizei na montagem, vejam vídeo abaixo:


 Nesse processo foi feito apenas com 3 leds, simulando o semáforo, não incluí o led RGB, no vídeo abaixo dou um detalhe maior do processo com o Pictoblox e a programação da placa do Arduino Nano com o semáforo e RGB.

 

Dúvidas, poste perguntas aqui ou no nosso canal do YouTube, Guru Eletrônico, curtam os vídeos e posts e se inscrevam nos canais! Valeu pessoas, tdb!

#eletrônicaindustrial
#eletrônica
#arduino
#robótica

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terça-feira, 18 de novembro de 2025

Robótica: Jogo do Labirinto usando Pictoblox e Arduino Nano.

 
Olá, pessoas, estou levando pra vocês um jogo bem simples de fazer e programar usando os blocos do Pictoblox, versão 8.0.1.

1-Começando a programar
Olhe na figura ao lado, temos o Ator escolhido, ele é padrão no programa e é chamado Tobi, usaremos essa seleção apresentada, claro que outros atores podem selecionados, mas isso ficará para depois, nesse ator é que serão programados os blocos que compõem os códigos do programa, então, eles terão ser inseridos num cenário, que corresponde a essa figura do labirinto amarelo, esse cenário deve ser buscado selecionando a aba Cenário que fica no canto superior esquerdo, observe a figura, lá tem um botão com uma figura de foto com um sinal de +, apertando nela, dará uma lista de cenários, aí basta escolher e está pronto. Algo semelhante acontece para escolher o ator, mudando a aba para Ator e apertando no botão para escolher atores. Lembrando que o programa é feito na seleção do Ator, ele é apertado no cenário, observe a figura.

 2- Escrevendo o programa
:
 O programa sempre obedece a uma ordem de cima para baixo, observe a figura do lado esquerdo, selecione os blocos e monte exatamente essas pilhas com as informações escritas nelas, sempre começa a funcionar quando a bandeira verde é clicada, olhe o cenário, no canto superior esquerdo, vc verá a bandeira verde e o círculo vermelho, no verde inicia o programa e no vermelho, ele é parado.
 Outra coisa a dizer, é que deve ser selecionado primeiro a placa do Arduino, no nosso caso foi o Nano, conectar a placa (numa entrada USB do seu micro), escrever o código montando os blocos e transferir o programa todo depois de escrever ele, apertando "Carregar Firmware".
 Escreverei essa etapa na sequência. 
 
 O segundo bloco, mostra a posição inicial do Tobi no cenário.
 No terceiro bloco, limitaremos o Tobi ao tamanho de 40%. Aí na sequência, encontramos os blocos de controle: sempre, se e então, teremos a leitura das variáveis em A1 e A0, que são entradas/saídas analógicas do Arduino Nano, será definido em A0, a variação de movimento horizontal, eixo x e em A1, o mesmo para o movimento vertical, eixo y.

Observe na figura da esquerda, o detalhe para conectar o joystick do Arduino, o pino VRx, é conectado em A0, VRy em A1, isso dará um movimento perfeito, senão haverá inversão do sentido de movimento do Tobi no Cenário.
O pino +5 V é conectado aos +5 V do Arduino e o GND, ao GND do Arduino.
O GND é a terra do circuito, +5V, a tensão padrão de alimentação de qualquer Arduino, inclusive o Nano.
A montagem é bem prática, basta inserir o Arduino Nano num protoboard e espetar os fios do joystick nas posições correspondentes, veja a figura da montagem do Arduino Nano.


 3- Fazendo os sensores do programa
 Os sensores são as cores das extremidades do Tobi (Ator) e as paredes e limites do Cenário, no caso, o labirinto.
 Para fazer isso é fácil, monte os blocos como indicado na figura e a sequência das cores sempre é do Tobi, pro Cenário; o Tobi tem cor bege e o Cenário, cores pretas, das paredes e bordas, e a maçã tem cor vermelha, o macete pra acertar isso é posicionar o mouse em cima de cada círculo de cor do bloco, escolher o conta gotas, ir no Tobi e no Cenário para selecionar as cores das extremidades deles, e o círculo do bloco assumirá essa cor, ficando igual ao mostrado na figura direita acima.

 4- Detalhes de seleção da placa do Arduino Nano:



Vá no canto superior esquerdo da tela e selecione Placa, em seguida, ela abrirá essa tela onde irá ser selecionado o Arduino Nano.
.



 
Conecte o Arduino Nano na USB do micro, a USB vai alimentar o circuito do hardware do Arduino e o joystick, observe que você terá a sinalização da porta serial para conectar, a configuração será igual ao da figura à direita.




Na figura da direita, temos a janela com a porta serial disponível conectada e a placa sinalizada como on, a partir daí, é escrever os blocos do programa e mandar gravar no Arduino.





 Nesse caso temos a gravação do programa no Arduino, onde transferimos o programa todo depois de escrever ele, apertando "Carregar Firmware", esse botão está no canto superior esquerdo do Cenário, confiram lá. Haverá uma mensagem dizendo que a transferência foi ok.


5- Detalhes da Montagem no protoboard:  Na foto é mostrada a ligação do Arduino Nano na matriz de contato (protoboard) e a ligação do Joystick conforme descrito anteriormente.
Para conectar o joystick, o pino VRx, é conectado em A0, VRy em A1, isso dará um movimento perfeito, senão haverá inversão do sentido de movimento do Tobi no Cenário.
O pino +5 V é conectado aos +5 V do Arduino e o GND, ao GND do Arduino.
O GND é a terra do circuito, +5V, a tensão padrão de alimentação de qualquer Arduino, inclusive o Nano, veja figura à esquerda e a anterior que descreve detalhes do Arduino.


 6- Experimentando o jogo
:
 Feito tudo certinho, agora é só clicar na bandeira verde e percorrer o labirinto com o Tobi, porém se você tocar nas paredes ou laterais pretas, ele volta pro começo...
 Assim que o Tobi toca na maçã ele mostra a mensagem: "Você ganhou!", quando ele está se deslocando, será comum ver o Tobi mostrar mensagem de números, eles são as variáveis formadas pela movimentação do joystick.
 Olha aí a figura ao lado direito mostrando a tela completa, com todos os elementos instalados e o jogo rodando, muito massa, no estado da arte!

 7- Links para baixar o Pictoblox

 https://drive.google.com/drive/folders/1uqFsKVR7wYHCMmxhFqCBNdOYV8l5gtrn?usp=drive_link

 O último link é um arquivo para corrigir problemas de reconhecimento da placa Arduino Nano no Pictoblox.
 Valeu pessoas, boas experiências, dúvidas, comentários, post aqui e no nosso canal do YouTube: Guru Eletrônico, acompanhem a playlist Robótica!
 Confiram o vídeo com a experiência do jogo:



#eletronicadigital

#digitalelectronics

#robotica

#arduinonano

#pictoblox

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segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Contador usando FF (flip-flop) tipo D, modo 4, 8 e década.

 Olá pessoas, circuitos contadores digitais são um dos mais fascinantes que existem, desenvolvi um controle bem didático que pode ser usado com o 4013 e o 7474, ambos Flip-Flops tipo D, fiz uma correção no circuito original, pois era um registrador de deslocamento. A diferença está no relógio e na configuração de circuito, num contador, a saída Q é ligada ao CK (clock), já num registrador, Q é ligada em D e o clock é comum à todos os flip-flops.

 

 Na figura ao lado, uma explicação mais detalhada do circuito, onde o Preset é ativo em 1, mesma coisa com CLR, geralmente, se coloca em 0 para o circuito fazer a contagem e de acordo com a seleção de modo, a contagem será reinicializada quando o modo selecionado for atingido.

 Então, no modo 10, quando o contador atingir 10 na contagem é reinicializado automaticamente.

 Olha aí uma simulação feita com o Circuit Maker: 

Nessa simulação funcionou bem as portas And sem os inversores, mas com mudanças no reset da contagem e quais seriam? Quando fossem atingidos os mods 5, 6 e 12...

 Experimentem o circuito, em breve farei uma montagem prática e simulada, abraços à todos!

Boas montagens!

 #contadordigital

 #flipflop

 #cmos4013

 #eletronicadigital

 #digitalelectronics

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terça-feira, 29 de julho de 2025

Minuteria eletrônica


 Pessoal, um projeto muito prático de uma minuteria eletrônica com base na temporização feita por um timer formado pelo circuito RC, de R1 e C1, que ao acionarmos o botão S1, energizaremos o RC, que se descarrega pelo Darlington formado por Q1 e Q2, observe figura ao lado, e energiza o relé K1.
 A alimentação é fornecida pelo X2, com a tensão de 12 Vdc. Veja na figura abaixo o lay-out do PCB.
Observe que em X1 teremos a conexão dos contatos NA e NF do relé e será ali que conectaremos a carga a ser controlada, que pode ser AC ou DC.
 O detalhe da conexão de X1 e X2 é mostrado no PCB. A temporização dada pelo RC, é alterada pelo valor do capacitor ou do resistor, obtive valores de 50 s, 1 minuto e até 5 minutos, tudo questão de aplicar conforme a necessidade.

 Lista de materiais

 C1 - Capacitor de 47uF/25V, eletrolítico, polarizado.
 C2 - Capacitor cerâmico de 100nF/250V.
 D1 - Diodo retificador 1N4004, pode ser usado também o 1N4148.
 K1 - Relé tipo G5LE 12V/110-220/10 A.
 Q1,Q2 - Transistor BC548, NPN
 R1 - Resistor de 100k/1/8W.
 S1 - Chave simples, liga-desliga, veja texto e figura.
 X1,X2 - Conectores, ver texto e figura.

 Deixo o fotolito gerado para imprimir o circuito:


 Esse circuito pode ser adaptado sensores de presença e etc, desde que obedeçam as condições do mesmo.
 Posso também eliminar a fonte com transformador e colocar uma ponte retificadora, numa configuração que envolva capacitor e diodo zener e fornecer uma corrente de até 80 mA... Mais pra frente postarei essa alteração aqui.
 Boas práticas meus caríssimos e até a próxima!

 
#temporizadores
#eletronica
#electronics
#minuteriaeletrônica

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quinta-feira, 22 de maio de 2025

Fotocélula otimizada

 Olá pessoas, vou descrever esse incrível projeto, cujo arranjo foi pensado em função do LDR escolhido, que apresentou resistência entre 30 k Ohm até 3M Ohm. O circuito se baseou no teste da figura ao lado, que consiste basicamente num comparador usando o amplificador operacional 741 em polarização simples de 12 VDC, que através das entradas positiva e negativa do CI, liberará um nível positivo na saída após comparar com a referência de resistência criada pelo LDR. Aqui foi simulado o circuito com uma versão antiga do Circuit Maker.
 A resistência do LDR, que no circuito da figura ao lado é R4, oscila na faixa resistiva citada acima, essa faixa é aproximada. Então na presença da luz temos 30k Ohm e na ausência, cerca de 1,2 a 3M Ohm.
 Esse circuito é muito prático e permite fixar o ponto de tensão para acionar ou cortar o transístor, basta fazer o arranjo dos diodos na saída. O relé poderia ser de um valor menor, 5VDC por exemplo, basta ajustar a alimentação do circuito para essa tensão. O relé deve controlar cargas de 10A, alimentadas por tensão AC.
 
O diagrama de circuito ao lado, mostra o detalhe de conexão e o arranjo dos componentes, onde usei conectores para a alimentação do circuito e para a conexão AC no relé, fiz um PCB e esse diagrama usando o CAD Eagle, se fosse feito no Proteus, ele poderia ser simulado e colocado para ser exposto o projeto em 3D. R4 simula o LDR citado na primeira figura.
 
PCB ao lado mostra os detalhes da configuração dos componentes e fica como sugestiva lay-out. Vale a pena detalhar a espessura das trilhas que interligam K1 com a carga AC, elas devem ter 2,5mm de largura, em função da carga AC de até 10A.
 
 Lista de componentes:
 1 conector de dois polos, X1.
 1 conector de três polos, J1.
 CI 741, amplificador operacional, CI1.
 4 diodos 1N4148, sendo que o último é soldado invertido em L1 do Relé K1. (D1 a D4).
 PCB de material em fibra ou fenolite.
 R1 e R2, resistores de 15k, 0,125W (1/8).
 R3 e R5, resistores de 10k, 0,125W (1/8).
 R4, é substituído pelo LDR1, que é o resistor sensível a luz.
  k1, relé de 12VDC, 50mA, com chaveamento NA/NF para 127VAC/10A.
 Transístor BC548, Q1.
 Alimentação feita por fonte DC estabilizada, ou retificada e adaptada do AC, confiram nossos projetos de fontes.
 Vejam os detalhes do nosso projeto na bancada em testes, confiram abaixo:

 No canto esquerdo da matriz de contato, temos a configuração do circuito primeiramente com R1 e R2, depois com o R3 e o LDR, o 741 é o quadradinho preto, depois os três diodos, Q1 e o relé k1.
 Os leds vermelho e verde, simulam as condições de desligado e acionado para as conexões em AC. Claro que posso aplicar perfeitamente numa sinalização em DC.
 O valor da faixa de resistência do LDR como foi explicado, variará de componente para componente, sendo perfeitamente aceito pela configuração aplicada no circuito. Na sequência temos os lay-outs finais das placas. Começando com o o lados dos componentes abaixo, no lado direito.



 Observem a disposição dos componentes nesse lay-out de fabricação, simples e direto, com economia e arte. Usando CADs como o Eagle e o Proteus, você pode desenvolver rapidamente sua plaquinha e fabricá-la.

O lado da solda, ao lado, mostra a simplicidade e praticidade construtiva do circuito.
 No mais, é simples o funcionamento e o circuito tem uma empregabilidade elevada e com igual eficiência e durabilidade, aí é aplicar o bom senso...
 Para modelar imagem 3D, o Eagle usa o Fusion 360, que automaticamente cria um modelo com as representações 3D dos componentes do seu projeto, acontece que nem sempre o que você escolhe tem modelo 3D definido e o programa cria uma associação com isso, olhem o modelo abaixo.

 Vejam na figura que alguns componentes não apareceram e o programa trocou por outra representação em função de não ter um modelo 3D para o componente, mesmo assim, fica uma qualidade gráfica extraordinária! 
 Pessoas, bom projeto, abraços e boa montagem!
 
#fotocélula
#eletronica
#electronics
#automação
#automation

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