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Olá pessoas, trago alguns circuitos interessantes que foram simulados por mim e montados em ensaio e tiveram bons resultados em comandar as cargas, atentem ao primeiro circuito abaixo:
Dimmer com SCR:
Observem nesse circuito, foi colocado um capacitor a mais de 100nF, C1, ele vai ajudar a estabilizar a tensão, junto com R1 de 2k7 Ohm, de 5W. O potenciômetro R2, pode ser de 10 a 100K Ohm, nesse exemplo, 100k permite variar o ângulo de disparo em até aproximadamente 45 graus, olhem na figura acima, porém com 10k posso variar bem o disparo entre 10 até 45 graus usando a totalidade do potenciômetro. A alimentação é 127 VAC/60Hz, sendo que a carga da lâmpada L1 é de 100W, de filamento incandescente, halogênica, na tensão de 110 a 127V.
Usei o simulador Circuit Maker para fazer esse circuito, outros simuladores similares podem ser empregados, com esse objetivo, atentem apenas às configurações de uso.
Lay-out desenvolvidos, temos primeiramente o diagrama elétrico adaptado usando o Eagle e usei um Diac ao invés do diodo 1N4148 em D1, conectores X1, são alimentação de circuito, X2, potenciômetro de controle e X3, carga resistiva de até 400W, como citado acima.
Tive um grande cuidado em dimensionar trilhas que suportassem a corrente de carga e o dimensionamento foi exato ao propósito do circuito. No lay-out completo do PCB, podemos observar os detalhes construtivos das conexões e demais componentes.
Foi projetada uma área para acomodar o BT151 de forma que ele dissipe calor nela e possa agregar um radiador (dissipador) de calor adequado. O circuito foi muito otimizado, com 8 componentes e pode ser adaptado às chaves de controle.
As trilhas tem espessura de 1 a 1,5 mm, feita em face simples, recomendando o uso de placas de cobre de fibra de vidro, que possuem uma robustez maior que as placas de fenolite, importante que seja usado soldadores de até 30W, pois há risco de danificar trilhas em função do calor excessivo.
Veja os lay-outs do PCB nos lados da solda e componentes abaixo:
PCB no lado dos componentes (Top Side)
Lista de materiais:
02 Capacitores de poliéster ou cerâmicos de 100nF/250V (C1 e C2).
01 Diodo retificador 1N4148 (D1).
01 Lâmpada halogênica de 110-127V/100W (L1).
01 Potenciômetro Linear de 10 ou 100k (R2).
01 Resistor de 2k7 Ohm/5W (R1).
01 SCR TIC106D ou BT151 (SCR1).
Circuito de controle de cargas por SCR, da NASA:
Repeti o padrão de projeto do primeiro circuito de modo que eles fossem fáceis de fazer e encaixar em qualquer caixa de controle, montar e usar.
Com a variação de R2, temos o controle do brilho da lâmpada ou rotação de um ventilador, por exemplo. O potenciômetro pode ter valores de 500 Ohm até 10k, consegui melhores resultados com 10 e 100k, a experiência vai dizer qual escolha será melhor!
Abaixo os lay-out do PCB desse circuito:
Lado da solda (Bottom Side)
Lado dos componentes (Top Side)
Lista de materiais:
01 Capacitor de 1uF/250V eletrolítico (C3).
01 Capacitor de 2,2uF/250V eletrolítico (C2).
01 Chave liga-desliga (S1).
02 Diodos 1N4148 retificador (D1 e D2).
01 Lâmpada halogênica de 100W/127V (L1).
01 Resistor de 2k7/5W (R1).
01 Potenciômetro de 500, 1k, 10k linear (R2).
01 Resistor de 100 Ohm, 0,5W (R3).
01 Resistor de 220 Ohm, 0,125W (R4).
01 SCR TIC106D ou BT151 (SCR1).
Circuito de controle de SCR usando PUT:
Observem o circuito abaixo, o circuito usa um PUT, o 2N6027 ou 2N6028.
Lista de materiais:
01 Capacitor eletrolítico de 470uF/50V (C1).
01 Capacitor de poliéster de 100nF/250V(C2).
01 Chave liga-desliga (S1).
01 Diodo zener de 12V, 0,5W (D2).
01 Lâmpada halogênica de 100W, 127V (L1).
01 Potenciômetro de 10k linear (R2).
01 Ponte de diodos de 1A/250V (D1).
01 PUT 2N6027 ou 2N6028 (PUT1).
01 Resistor de 250 Ohm/5W (R1).
02 Resistores de 15K, 0,125W (R3 e R4).
01 Resistor de 15 Ohm, 0,125W (R5).
01 SCR TIC106D ou BT151 (SCR1).
Boas práticas para todos! Postem dúvidas nos comentários, abraços!
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#eletronicadepotencia
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#eletrônica
Contato:
Recomendo montarem a fonte em caixa de alumínio, com aterramento de caixa e com fixação do TIP31, obedecendo a isolação do mesmo e usando a caixa como meio de dissipação, já que a fonte linear é de 1A, observem figura ao lado. Vejam os detalhes dos componentes, em especial, a disposição do trafo e circuito de filtragem e proteção. A fonte tem corrente suficiente para alimentar os sensores e circuitos lógicos, fica sugerido usar fiação até uma distância de 30 metros, acima disso será necessário otimizar e usar bluetooth ou criar um link de rádio para efetuar comando e receber informações dos sensores. Maiores detalhes, consultem o artigo publicado sobre fontes de tensão: http://gurueletronico.blogspot.com.br/2012/10/fontes-praticas-pro-dia-dia.html
No circuito de controle só poderemos acionar a bomba, na falta de água em 25% e desliga ao atingir 100%, ou seja, é ativa acionando o gatilho do SCR BT151, pra falta de água e desativa na presença da água, em 100% do tanque, aplicando um pulso entre anodo e catodo. O SCR BT151, possui a característica de selo, é equivalente ao SCR TIC106 e tem um resultado semelhante a um comando elétrico feito num contator. A primeira vantagem é a simplicidade do circuito e a facilidade de usar sensores como boias para integrar nele, a outra sugestiva são os reed-switch., tomando apenas o cuidado para inverter a lógica no sensor de 25%, sugiro usar boias de água que tenham contatos NA (normalmente aberto), para o caso dos sensores de 50, 75 e 100%, o sensor de 25 % terá que ser uma boia NA e NF (normalmente fechado), para o caso de controle do nível e acionamento da bomba de água. Confira o PCB do circuito acima, ao lado.Facebook: Guru Eletrônico
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Olá, pessoas, estou trazendo um circuito incrível bem conhecido do sequencial de leds usando o 4017 e o timer 555, nesse circuito o 555 dará a base de tempo para os leds correrem na sequência de 0 a 9, totalizando 10 posições, a ligação é simples e obedece ao esquema da figura abaixo, que foi simulada no aplicativo Circuit Maker.
Você vai usar a configuração astável do 555 e dispor os componentes conforme a figura, a alimentação pode variar de 9 a 12VDC, e os leds poderão ser no padrão de cores que você escolher, observando apenas terem o mesmo rendimento de corrente e tensão. Usei o Eagle para criar esse esquemático, e adotei essa configuração para melhor entendimento, o circuito aqui difere do modelo do Circuit Maker, mas é em essência a mesma coisa.
O lay-out pode ser desenvolvido com um CAD como o Eagle, ou pode ser montado em matriz de contato, placa universal e PCB derivado do CAD.
Desenvolvi a versão desse circuito no Eagle, olhem só o lay-out completo do circuito ao lado e confiram o design. O lado da solda ou bottom side é apresentado aqui, além dos outros detalhes de conexões dos componentes. Na sequência os lados dos componentes, solda e detalhes construtivos.
Confiram o design final feito pelo CAM do lado da solda:
O circuito é reproduzido de uma forma fiel ao projeto e ao lay out geral, obedecendo aos detalhes construtivos das trilhas e conexões, claro que procurei desenvolver estimulando o estado da arte e poderia reproduzir esse sequencial de leds numa placa em forma de polígono, espelhada, etc... Vai da sua criatividade permitir um uso mais abrangente.
Pessoas, apresento um vídeo mostrando o teste do circuito:
Boa montagem, poste sua dúvidas aqui, abraços!
Lista de componentes:
01 LM555 ou NE555, equivalente serve.
01 4017 CMOS
01 Capacitor de poliéster de 100nF, 150V.
01 Capacitor eletrolítico de 10uF, 25V.
01 Conector de 2 terminais.
01 Conector de 3 terminais.
01 Chave pequena liga-desliga.
10 Leds de 5mm, de 30mA, +- 1,5V.
01 Resistor de 1k, 0,125W.
01 Resistor de 10k, 0.125W.
Boas montagens!
#sequencial4017
#timer555
#4017cmos
#eletronica
#electronics
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Por que transmitir em corrente contínua?
Porque a alta tensão transmitida dessa forma tem perdas muito baixas, não necessitando de caros sistemas de compensação, para se ter uma ideia, de 3000MW transmitidos, a perda é menor ou igual a 100MW, então é interessante ambientalmente e economicamente falando.
Configuração da planta DC/AC de Araraquara, modo simplificado na figura 1:
Figura 1:
Na figura 1, temos um esquema simplificado mostrando o Pátio DC da subestação mostrando o Pátio AC das subestações Retificadora (Porto Velho - RO) e Inversora (Araraquara - SP).
No Pátio DC, temos a configuração de comandos de secc e djs, (onde secc= seccionadora e djs= disjuntores) que liberarão 600kVDC gerados em Rondônia, Porto Velho para Araraquara-SP. Nestas subestações no Pátio DC, temos o controle de potência da carga a ser entregue entre as subestações, que podem ser usadas em configurações monopolar bipolar, retorno de terra e retorno metálico, como veremos mais a diante.
Assistam um vídeo explicativo dos trafos monofásicos conversores das válvulas, eles fazem a entrega do DC convertido ao pátio AC.
No Pátio AC, a energia DC transmitidas é convertida em AC e liberada pelos 12 trafos (transformadores) monofásicos de potência, sendo que em ambas sugestões, é possível inverter o ciclo energético, podendo inverter DC/AC e retificar ou converter AC/DC.
A Figura 2 abaixo, retrata o esquema do Pátio AC e filtros correspondentes, FH11, 21, 31 e 41, além dos Shunts C221, C121, C321.
Os filtros têm a função de eliminar harmônicos gerados na inversão DC/AC e os Shunts são acionados para compensar a tensão AC.
Temos a ligação para os trafos que controlam as válvulas dos polos 1 e 2
Figura 2:
Observando, a figura 2, vemos a disposição e configuração das seccionadoras e disjuntores, no arranjo disjuntor e meio, FH31 e C321 são pendurados no Vão O (bay), no espaço controlado por dj1262 e dj1270. FH41 é pendurado entre os disjuntores (dj) 1270 e 1272, no mesmo bay O.
Os filtros e shunt FH11 e C121 são pendurados no bay N, no espaço controlado pelos djs 1242 e 1250; FH21 e C221 estão pendurados no mesmo bay M, no espaço controlados pelos djs 1250 e 1252:
- Dj. 1264-1 controlada FH31;
- Dj. 1267-2 controlada C321;
- Dj. 1244-1 controlada FH11;
- Dj. 1244-2 controlada C121;
- Dj. 1274 controlada FH41;
- Dj. 1257-1 controlada FH21;
- Dj. 1257-2 controlada C221;
ARA = Subestação Araraquara;
PV = Subestação de Porto Velho;
Veja a Figura 3:
Figura 3 configuração monopolar com retorno de terra.
2. Bipolar é a configuração feita por ambos os polos das estações (ARA e PV). Podendo ser interligado com mais bipolo para transmissão máxima de 6GW. Cada polo interestações gera cerca de 1,5GW de potência.
Na figura abaixo, é ilustrada essa configuração:
Figura 4:
Configuração bipolar com terra local. Ambas as estações estão sincronizadas com o aterramento local, do eletrodo da estação.
Os polos usam a conversão de energia nas válvulas tiristores com o esquema de 12 pulsos.
3. Retorno de Terra, nessa configuração o circuito entre os polos é fechado sendo ancorado ou referenciado no eletrodo de terra de uma das estações, - Muito comum ser - usado em configuração monopolar e bipolar.
Veja a Figura 3, citada anteriormente.
4. Retorno Metálico, é uma operação monopolar com o caminho de retorno de corrente pela estação. O lado de ARA, o neutro está aterrado.
Veja na Figura 5:
Essas configurações são feitas nas ligações das seccionadoras e disjuntores de ambas as estações, obedecendo ao procedimento do fabricante.
Na figura 6, abaixo, no lado direito, temos a configuração dos Pátios DC de ambas as subestações e os detalhes das seccionadoras e disjuntores do sistema do bipolo de ambas as estações.
Essas configuração de seccs e djs, formam a interligação de bipolo com retorno de terra ou aterramento das estações. Vejam os dispositivos fechados:
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Olá meus caros amigos, estou propondo a ideia de farol de leds, que já vem sendo usada em alguns modelos de carros e motos, mas aqui, quis criar ideias exclusivas, pra quem quer fazer o artesanal.
O lay-out do circuito está ao lado..jpg)
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